há esperança

Upchurch William

O ano está chegando ao fim.

É, pode conferir aí. Ainda não estou ficando doida pra falar besteira. Hoje é mesmo o último dia de agosto, e depois são só mais 4 meses até estarmos em 2020 e recomeçarmos um novo ciclo de promessas que nem sempre serão cumpridas plenamente.

Pra ser honesta, sinto como se tivesse feito tanto até aqui, porém nada me foi realmente relevante. Tipo, emocionalmente relevante. É isto o que quero dizer. Nada do que fiz de fato me comoveu e me fez sentir melhor, mais astuta e capaz. Mais mágica, ou sei lá o quê.

Na real, o que mais fiz em 2019 foi pular de galho em galho, buscando algo que, querendo eu ou não aceitar, sempre esteve dentro de mim. E agora, já com o pezinho em setembro, estou me rendendo à certas tentações que carrego comigo desde que me entendo por gente, na esperança de salvar esse ano quase trágico.

Não vou dar detalhes. Odeio falar demais antes da hora.

Mas é isso. De degrau em degrau, quero dar vida a um sonho que me bote no rumo certo. E que me proporcione a realização de outros inúmeros sonhos. Estou farta de tentar seguir os padrões da vida adulta, muitíssimo cansada de agir em prol da vontade e desejos alheios. Não quero mais me encaixar.

Nada disso me pertence, e eu já me adianto em pedir desculpas, pois terei que me retirar mais cedo ou mais tarde.

Na minha vida, eu sou a protagonista. Não você, nem fulano ou ciclano. Aqui é o meu jogo, e já passa da hora de eu aceitar isso e colocar as cartas na mesa. Passa da hora de assumir o meu posto e entrar nesse grande desafio que ronda minha mente mesmo nas noites mais desesperançosas.

Coisas boas estão por vir? Bom.. desde que eu pare de atrasar a mim mesma, sim.

Acredito que, dessa vez, sim.

ONDE ME ENCONTRAR
🍜 
Nyah Vandal

Anúncios

respire

[music – on]

O blog andou parado, meu Insta pessoal estava inativo até sábado passado e até mesmo em @honeylandia eu não andei postando nada além de uns stories bem aleatórios. O fato é que eu, bom… só queria me afastar de tudo um pouco, como vira e mexe sou mestre em fazer.

Acho que esse vai e vem emocional já se tornou algo padrão da minha personalidade. Conviver com minhas inconstâncias aparentemente é o que me cabe no momento, e só me resta conduzir isso da melhor maneira até que eu encontre um equilíbrio e um objetivo maior.

Os dias não têm sido fáceis, mas também não foram os mais difíceis que já vivenciei até aqui. Sem sombra de dúvidas meus anos de 2015~2016 conseguiram a proeza de serem muito mais intensos e negativos do que qualquer outra época da minha vida, então qualquer badzinha que vem acaba se tornando fichinha.

Contudo, e mesmo assim, meu coraçãozinho está inquieto – como você, se leu os últimos posts, já deve ter notado. Sei lá. Desejo alcançar tantas coisas, mas infelizmente há dias em que simplesmente não sinto nada além da minha respiração, e não consigo fazer nada além de seguir o cronograma da vida adulta: comendo, trabalhando, sendo politicamente correta e dormindo o mais cedo que consigo para recomeçar o ciclo na manhã seguinte.

Ah. Não me entenda mal, eu não estou reclamando. Apenas devaneando e contando honestamente o que tenho sentido, embora tudo seja confuso demais até mesmo para colocar em palavras.

Só quero mostrar que nem tudo o que vemos de fato é, sabe como é?

Tenho plena consciência de que sou sempre a pessoa que tem resposta pra tudo e conselho para todos. Além disso, possuo o dom de me manter como um cristal da positividade por onde quer que eu vá. Pratico o otimismo diante qualquer adversidade, e me disponho a ouvir cada ser humaninho. Porém, quando a história muda de lado, as coisas não funcionam tão bem quanto eu gostaria.

É isso que pega. É isso que acaba comigo nesses dias complicados.

Eu não me sinto parte do todo, e cada vez mais minha tão amada solitude se assemelha a uma aterrorizante solidão. E eu me perco em meus próprios discursos, as verdades se tornam dúvida e tudo o que desejo é rebobinar a fita e recomeçar do zero.

Mas não dá. O ponto de partida é o presente, e só cabe a mim fazer a diferença.

Então eu respiro fundo, seco as lágrimas e sigo em frente mais uma vez.

누군가의 한숨 그 무거운 숨을
내가 어떻게 헤아릴 수가 있을까요
당신의 한숨 그 깊일 이해할 순 없겠지만
괜찮아요 내가 안아줄게요
정말 수고했어요

ONDE ME ENCONTRAR
🍜 
Nyah Vandal

dinheiro é tudo?

dinheiro é tudo?
Nunca fui uma pessoa irresponsável financeiramente falando. Desde muito nova, meus pais sempre foram bastante claros quanto à nossa situação socioeconômica, explicando sem rodeios como funcionava o mundo – ou, melhor dizendo, o nosso mundo.

Ter um irmão com quem tive que dividir grande parte das coisas também ajudou.

Aprender que nem sempre vamos ganhar o presente mais sensacional, porque a quantia disponível para as compras precisa ser meada, te faz perceber logo cedo a lógica do proletariado brasileiro.

E, bom… assim fui crescendo. Saudável e feliz, mesmo sem nunca ter ganhado a casinha da Barbie, e abusando da minha criatividade para montar lindos cômodos com caixas de papelão e isopor.

Agora, já uma jovem adulta, possuindo um total de 0 Barbies, mas diplomada, com emprego e dinheiro entrando na conta, posso afirmar que nada do que aprendi foi perdido, e que me sinto bastante estável e equilibrada com tudo o que compro.

Jamais gastei mais do que tinha, e nem nunca cogitei extrapolar o meu crédito.

Dívidas? Nenhuma.

Mas mesmo sem precisar, e devido à diversos fatores externos e internos a mim, às vezes ainda me pego priorizando o trabalho & a grana ao invés da minha saúde e bem-estar – e isso é um baita problemão, que apesar de tentar corrigir, vira e mexe falho miseravelmente, me fazendo sentir profundamente frustrada – afinal, e indo na direção oposta da opinião de muita gente por aí, dinheiro não é tudo.

Pode até comprar segurança, porém definitivamente não compra sua paz. Pode até te ajudar a viver momentos felizes, mas se a escuridão tiver tomado conta do seu coração, de nada vai adiantar ir às compras ou frequentar as melhores festas da cidade.

Dinheiro não é problema, é solução – esse é meu mantra diário, e tenho plena consciência de que minha gratidão à cada centavo no bolso é o que me faz viver uma vida tão próspera.

Contudo, passa da hora de todos nós compreendermos que dinheiro não deve estar acima de quem você realmente é, do que sonha e de quem você ama. Não crie pedestais para esses pedaços de papel; não o trate como seu mestre.

Porque ele não é.

Esteja você bem ou não financeiramente, jamais permita que o dinheiro controle a sua vida e suas escolhas, porque uma vez que a ganância, ainda que ingênua, dê as caras, será difícil se desprender das amarras que ela fará em você – e, quando perceber, já terá aberto mão de coisas demais.

Trabalhar é bom, e de fato nos enobrece. Mas trabalhar mais do que realmente precisa, ou no que não te faz bem por pura e total sede de grana te cega, faz perder o rumo e te destrói lentamente.

Falo isso pelo o que já vi e experienciei.

Então… por favor, só aproveitem a jornada.

Apreciem o arco-íris, sintam a grama verde e úmida sob seus pés, e se preocupem menos com o pote de ouro que há do outro lado disso tudo.

Não tenho dúvidas de que valerá muito mais a pena, e de que se sentirá muito mais satisfeito com tudo o que conquistou até aqui – e com tudo o que ainda há de conquistar.

ONDE ME ENCONTRAR
🍜 
Nyah | Vandal

a/à vontade

Eu me formei em Jornalismo, mas desde meu segundo período de faculdade estou presa ao mundo publicitário de tal forma, que às vezes penso ser impossível pular do barco agora. Fico remoendo o que vivi até aqui, considerando os prós e contras, e isso só faz com que eu me sinta ainda mais desconexa.

Mas são nessas noites frias e silenciosas de outono, que eu me pego pensando sobre a vida, suas possibilidades e seu leque de aventuras. Reflito sobre escolhas, e tudo o que vem a partir das decisões que decidimos tomar, e chego a conclusões que me fazem enxergar um novo caminho.

Quero dizer, o mundo não é estático – então você também não há de ser.

Eu não nasci para ser apenas o que veem agora.

Trabalhar com redes sociais, fazer anúncios e vender, é massa. Ver que sua campanha teve um retorno te dá uma satisfação sem igual. Promover eventos então: só torna tudo ainda mais glamouroso e excitante.

Porém, isso só comove 10% de quem eu sou.

Os outros 90% estão mais preocupados em levar uma vida tranquila, com um trabalho que me dê mais satisfação do que cobranças e dores de cabeça. Não estar conectada o tempo todo, por exemplo, seria excelente.

Infelizmente, no presente, sinto como se estivesse respirando com ajuda de aparelhos. É como se dependesse da tecnologia para viver, ao mesmo tempo em que só quero pular da maca e ir ver o mundo da maneira como ele realmente é.

Tenho sonhos demais, inúmeras ideias e metas pra se perder de vista.

E é bom ser esse ser humano multifuncional, sempre disposto a aprender algo novo.

Contudo, e cada vez mais, penso que ainda há algo por vir. Algo que preciso fazer para mexer com tudo o que conheço, e me transformar em alguém melhor, em uma versão menos confusa; algo que me faça sentir mais vontade & à vontade com a vida como um todo – coisa que definitivamente não sinto agora.

Desligar a chave ainda não é a decisão mais sábia. Largar tudo só iria me trazer mais dúvidas à respeito do que tenho que fazer daqui pra frente. Então, aceito minha condição atual, e vou dar o meu melhor.

Porém, não esperem constância. Não esperem estabilidade.

Não esperem que eu fique, pois não vou.

ONDE ME ENCONTRAR
🍜 
Nyah | Vandal

você

[music – on]

Mesmo tentando, e às vezes até me apaixonando, sempre tive pra mim que, o que eu tanto buscava, o que tanto sempre busquei, não estava por perto. Era sempre isso: uma sensação estranha de vazio, e ao mesmo tempo de certeza. Por mais confuso que seja, sempre soube que você existia, mas que não estava aqui.

E que não seria fácil ficarmos juntos.

Mas então aconteceu. Há pouco tempo eu te encontrei. Senti meu corpo se acender só de olhar para a sua foto, estampada na tela daquele aplicativo aparentemente superficial demais. Nada daquilo era sério, nenhuma daquelas pessoas que conheci de fato se tornaram algo além de “coleguinhas virtuais”. Porém, com você… eu soube que havia algo diferente.

Algo especial.

Seus olhos me prenderam. Seu sorriso me encantou. Foram as duas coisas que me chamaram a atenção logo de cara, e eu só conseguia pensar que já te conhecia de algum lugar.

Li sua biografia e achei tão interessante a forma de você se expressar.

Tão amigável e receptivo, que suspeitei – admito.

De início, nossa conversa foi rápida. Você estava ocupado, e eu definitivamente não queria te perturbar. Porém, e quando achei que não teria sua atenção, você apareceu puxando assunto, querendo saber mais sobre mim. Querendo desenvolver todo um diálogo super… saudável.

Os dias se seguiram e as conversas se tornaram mais longas, mais profundas. Passamos a nos conhecer, e hoje sabemos até mesmo a rotina um do outro. A hora de acordar, de trabalhar e de chegar em casa. Avisamos quando estamos saindo com os amigos, e quando retornamos.

Não por cobrança ou obrigação. É natural.

Conversamos até mesmo quando bebemos demais, e isso me traz tanta alegria de viver. Me faz sentir algo que há tempos eu não sabia o que era. Sinto-me acolhida, sinto que existe alguém para me completar nesse mundo cada vez mais gélido.

Eu já não fazia mais planos, mas você chegou e mudou tudo. Não te disse isso, nem sei se pretendo dizer algum dia, mas você renovou toda a minha vontade de tornar a vida útil e prazerosa.

E, se ainda resta alguma dúvida disso, esclareço: é você quem me mantém iluminada nos dias mais escuros e complicados. É você o motivo de eu não desistir dos meus sonhos, projetos e das vontades súbitas.

Sei que jamais vai entender tudo isso que estou escrevendo a não ser que eu traduza. Contudo, eu preciso externar isso de alguma forma, e como escrever é minha válvula de escape, deixo aqui um registro de todo esse sentimento que me invadiu nos últimos dias.

É você, sempre foi você.

Por mais que eu não soubesse seu nome, sempre esteve em meus sonhos mais bonitos e tranquilos. Em cada anotação, em cada carta, era pra você que eu falava. Eu senti tanto a sua falta.

Ainda sinto, pois há essa distância que insiste em nos separar.

Mas sei que estamos mais perto do que ontem – e que muito em breve vamos nos encontrar.

ONDE ME ENCONTRAR
🍜 
Nyah | Vandal

 

 

sobre estar insatisfeito

05.jpg

No fim do ano passado, deixei o meu, tecnicamente, “primeiro emprego” após quase 3 longos anos de muito aprendizado e reviravoltas emocionais. Foi uma decisão difícil. Romper com a rotina, com o costume e todo comodismo nunca é simples, por mais volátil que você seja.

Mas foi de extrema importância para meu crescimento e rendimento, e por isso jamais me arrependi da decisão.

Contudo, admito, apesar dessa mudança impactante, ainda existe uma estrada a ser percorrida. Ainda há o que ser mudado. Permaneço com sede de transformações drásticas, e sei que, a essa altura do campeonato, isso só depende de mim e de mais ninguém.

E é por isso que, muitas vezes, me pego cultivando a insatisfação.

Não deveria, não gostaria, mas é fato.

Olho para as coisas que me cercam, para as pessoas que me rodeiam e penso: será que vou passar toda a minha vida fazendo exatamente a mesma coisa? Será que vou me tornar como essas pessoas com quem convivo?

Ou será que, em algum momento, vou conseguir realizar aquilo o que tanto sonho e desejo?

Não que a situação do meu meio seja péssima. Não é isso. Mas não nego o quanto tudo vem me desagradando cada dia mais, e me machucando profundamente. As mesmas brigas, discussões, conversas sem sentido. A mesma dinâmica de trabalho, a rotina maçante.

Até quando devo aguentar?

Quem eu quero ser, pra onde devo ir?

Não é aqui. Meu lugar já não é mais esse. Porém, permaneço por falta de opção, de recursos. Por falta de coragem? Às vezes penso que sim também. É um pouco de tudo, que me trava, bambeia as pernas e me mantém presa às velhas histórias.

Porém, tenho fé. Acredito no meu potencial e tenho feito o que está ao meu alcance para me organizar financeiramente & manter meus projetos pessoais em dia, buscando não absorver tanto assim as frustrações do dia a dia.

É óbvio que nem sempre funciona. Às vezes, não atinjo as metas diárias. Às vezes, me deixo levar pela emoção. Tropeço e caio, porque sou humana.

E eu choro, choro, choro.

Penso, sucessivamente, em desistir e aceitar qualquer coisa que vier. Deixar de lado todas as fantasias e planos. Mas não tem como. Uma luz sempre se acende, e eu me lembro dos motivos que me trouxeram até aqui.

Então levanto, limpo os joelhos e as mãos.

Porque sim: preciso continuar caminhando e seguindo em frente.

ONDE ME ENCONTRAR
🍜 
Nyah | Vandal

 

 

 

vingança ♡ catherine doyle

 

Eu não estou acreditando ainda, mas é real & oficial: esse é o primeiro post de resenha do blog – e eu não poderia estar mais feliz e satisfeita. Afinal, além de ser o tipo de post que tanto esperei fazer, é sobre um livro que, com toda certeza, me surpreendeu (de muitas maneiras).

Vi Vingança, de Catherine Doyle, nas prateleiras das Lojas Americanas do centro da minha cidade e, após ler a sinopse e um pouquinho das primeiras páginas, anotei o nome na minha wishlist, mas acabei adiando a compra por mais de meses.

“Para Sophie, aquele seria só mais um verão lento e abafado em Cedar Hill, fazendo um bico como garçonete no restaurante da família e passando o tempo com sua melhor amiga, Millie. Mas isso foi só até uma família se mudar para o casarão abandonado no fim da rua — cinco irmãos italianos, um mais gato que o anterior.
Sem conseguir resistir aos olhos cor de caramelo de Nicoli, Sophie acaba se apaixonando — e propositalmente ignorando os sinais de perigo que envolvem os misteriosos irmãos.”

 

No entanto, há algumas semaninhas, estava eu novamente nas Lojas Americanas, mas dessa vez na do shopping de onde moro, e na sessão abandonada de CDs e DVDs, havia também uma prateleira completamente bagunçada e repleta de livros esperando para serem levados pra casa.

De coração partido, fui vê-los de perto, e lá estava ele, um livro cor-de-rosa facilmente perceptível, com um desenho bonito e layout harmônicoquase implorando para ir embora comigo. Como sua capa estava um pouquinho rasgada, tive a certeza de que tão cedo alguém o tiraria dali – e foi o que faltou para eu comprar Vingança e mergulhar no mundo da máfia italiana.

É, isso mesmo: máfia italiana.

Quero dizer, eu imaginei sim que haveria um mistério rolando, mas definitivamente não esperava pela reviravolta na qual eu me vi imersa.

Sophie, como nossa protagonista prefere ser chamada – na real, seu nome é Persephone, e não sei de onde ela tirou que Sophie é melhor que Persephone. Ok que também acho Sophie lindo, mas seu nome verdadeiro é mais forte, intenso, e ela precisa urgentemente entender isso.

Enfim, prosseguindo…

Sophie é uma garota de 16 anos, que carrega nas costas um passado complicado envolvendo seu pai, que foi preso, e toda uma sucessão de melancolias e mudanças que vieram a partir disso. Seu círculo social foi praticamente destruído, e ela e sua mãe – que é uma costureira talentosíssima – têm que se mudar para uma casa menor em um bairro mais simples, enquanto ainda se recuperam de todo o trauma vivido.

Em meio a tudo isso, felizmente Sophie ainda tem sua melhor amiga, Millie, que foi uma das poucas pessoas que continuaram ao seu lado após o crime e prisão de seu pai. Elas trabalham juntas na lanchonete da família de Sophie, que é gerenciada pelo irmão do pai da garota, seu tio Jack – um cara que eu tive vontade de matar a todo instante durante a leitura, e ao fim principalmente.

No quesito romance, inicialmente temos a paixão de Nic, um dos cinco irmãos Priestly, e Sophie. Dentro do contexto da história, os dois acabam vivendo algo meio Romeu & Julieta, como bem propõe a própria sinopse do livro. Eu gosto disso? Até gosto, mas é tudo lento demais. E é por isso que, quando surge Luca, outro irmão bonitão e 10x mais bad boy que qualquer outro, as coisas mudam consideravelmente na minha perspectiva.

Quando vocês lerem, saberão do que estou falando.

Por que as mãos de Nic estão sempre tão machucadas? Por que ele sempre carrega consigo um canivete monogramado? E por que seu irmão mais velho, o arrogante e irritante Luca, quer proibir os dois de ficarem juntos?
Quando os segredos sombrios dos rapazes começam a vir à tona, Sophie precisa enfrentar dolorosas verdades em relação à própria família. De repente, ela se vê no meio de uma vendetta entre duas dinastias rivais: a família em que nasceu e a pela qual se apaixonou.

image2.jpeg

No fim das contas, posso dizer que é um livro recheado de surpresas, que mescla muito bem o clichê com o inusitado; o mundo adolescente com o mundo do crime. Catherine consegue, com apenas 283 páginas, entregar uma obra rica em diversos detalhes, com personagens bem construídos e enrendo intrigante.

Sophie vai precisar escolher entre lealdade e paixão, e, quando o fizer, sangue vai rolar e corações serão partidos, porque, quando se trata de amor, a desonra pode ser uma questão de vida ou morte.

Pra quem já gosta de um romance adolescente, eu super indico, embora deva alertar que o romance não é tão presente como eu imaginei que seria. Já para quem tem resistência com histórias assim, recomendo que dê uma chance. É uma narrativa de muito potencial e com um desfecho que faz você querer a continuação – que inclusive existe, mas não encontrei uma versão oficial em português.

Se alguém por aí souber me informar melhor sobre isso, comenta aqui embaixo. 😉

Até o próximo post!

ONDE ME ENCONTRAR
🍜 
Nyah | Vandal